QUEM SOMOS

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O IHGG-São José do Rio Preto/SP é uma instituição sem fins lucrativos, fundada em 18/03/03 com a finalidade de promover a pesquisa e a divulgação da História, Geografia, Genealogia e Ciências Correlatas da região de São José Rio Preto/SP. Contato pelo e-mail ihgg.sjrp@gmail.com

IHGG NA MÍDIA

AGOSTO DE 2015 

CÁPSULA DO TEMPO.

Trabalho em equipe do jornalista Marival Correa, do Presidente do IHGG Prof. Antonio Caprio, do historiador e membro do IHGG Agostinho Brandi, do ex-presidente do IHGG Antonio Luis Gonçalves Lindiquist, e do Jornal OQuê, resultaram no resgate do material gravado pelo jornalista Saulo Gomes. Em 1974, Saulo Gomes saiu às ruas de São José do Rio Preto/SP gravando imagens da cidade e das pessoas para que estas viessem a ser vistas no século 21. O material foi enterrado ao lado da estátua do ex-prefeito Alberto Andaló, mas foi saqueado. Por muitos anos ficou desparecido e agora foi resgatado. As gravações foram feitas em equipamento IVC-870 Ampex, e não há compatibilidade com formatos atuais. A recuperação e restauração das gravações estão a cargo do jornalista Fernando Marques, que possui habilidade na recuperação de documentos antigos. 

Veja matéria do Jornal OQuê, paginas 20 a 22.









DOMINGO, 17 DE MARÇO DE 2012 

A nova diretoria do IHGG foi notícia no jornal "O Município", da cidade de Tanabi/SP, que deu destaque à reeleição do Presidente Antonio Caprio.

Veja imagem da tiragem do jornal:




SEXTA-FEIRA, 03 DE JUNHO DE 2011


Seguem fotos e link da entrevista exibida pela emissora TV CIDADE (canal 16-São José do Rio Preto) no programa OPINIÃO CIDADE no dia 03/06/2011, apresentação de Marcos Ferreira, com a participação de Angelica Mussi e com presidente do Instituto Histórico de São José do Rio Preto Antonio Caprio.


Veja a entrevista completa no menu VIDEOS DE RIO PRETO.







SEXTA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2011


O MARCO ZERO DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

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O marco zero de uma cidade é ponto de onde toda a história de um povo nasce. É a primeira pedra, o local primeiro onde uma cidade passa a existir. O IHGG pesquisou e determinou o marco zero real de São José do Rio Preto em um estudo realizado nos anos de 2005 e 2006. As matérias vistas a seguir foram realizadas durante esse período e registram o progresso e a conquista desse importante fato. 
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Estudo vai definir marco zero de Rio Preto
São José do Rio Preto, 10 de abril de 2005 

Fonte: http://www.diarioweb.com.br/noticias/corpo_noticia.asp?IdCategoria=62&IdNoticia=59677

Marival Correa
Fonte: www.diarioweb.com.br
11:36 - "Quando apontaste para a mancha verde-escura da mata virgem, o teu gesto era o gesto de um deus; ias criar uma cidade!". O pequeno verso é trecho do discurso de Mello Macedo realizado no dia 19 de março de 1852 quando, segundo relatos históricos, "os 120 moradores do bairro do Rio Preto se reuniram junto a uma humilde capelinha de pau-a-pique para festejar o seu padroeiro, o venerando São José de Botas". Por último, naquela mesma data, foi fincada uma grande cruz de aroeira, "a fim de darem como definitivamente fundado o arraial". Hoje, 153 anos depois da saga empreendida por João Bernardino de Seixas Ribeiro, Rio Preto é "outra". Consolidou-se como o pólo de uma região formada por mais de 90 municípios. O antigo arraial foi transformado em lar para 400 mil habitantes. Tornou-se uma cidade em constante crescimento, a confirmar o vaticínio segundo o qual "Rio Preto não pára". Neste processo crescente de desenvolvimento, como conciliar passado e futuro? 

Imagem: Rubens Cardia
Luiz Lindquist no “falso” marco zero de Rio Preto, na praça do Fórum


Como garantir às próximas gerações o legado deixado pelos desbravadores e por todos os que vieram depois e ajudaram a construir a Rio Preto que conhecemos hoje? É justamente para ajudar no processo de preservação da memória e da identidade rio-pretense que foi criado, em 2002, o Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Rio Preto. Como novo presidente, empossado há uma semana, o médico Luís Antônio Gonçalves Lindquist, assume o desafio de colocar em prática uma série de projetos, elaborados ainda na época de seu antecessor, o também médico Néon de Mello e Oliveira. Dentre os principais estão a construção de uma sede própria, a criação do Arquivo Municipal e de um Museu da Imagem e do Som, o lançamento de uma revista periódica e a implantação do marco zero oficial da cidade.

"Não se trata de construir mais um monumento, de concreto ou de cimento. A instituição do marco zero materializará a própria identidade de Rio Preto, um lugar onde todos possam se ver e serem estimulados a buscar suas origens, sua própria história. Significa buscar a cidade fora para trazer a cidade dentro de si", afirma Lindquist. Ele acredita que este é o caminho para todo morador descobrir-se como cidadão "e perceber que ele faz parte da história oficial, que não está alheio e nem marginalizado". A definição do marco oficial da cidade está dependendo dos estudos que Lindquist está fazendo em conjunto com dois historiadores, Agostinho Brandi e Nilce Lodi, respectivamente presidente e ex-presidente do Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Cultural e Turístico (Comdephact) de Rio Preto. "Devemos concluir o estudo em aproximadamente um mês. 


O material será enviado depois para a Câmara, a fim de que se torne um projeto de lei e depois seja sancionado pelo prefeito, para que o município passe a contar oficialmente com um marco zero", diz Lindquist. O local escolhido pelos historiadores deverá ser próximo a Sé Catedral de São José. "É o local mais representativo, uma vez que é onde está instalada a principal igreja, referência para toda a população, a exemplo do que acontece com maioria das cidades. A história da catedral está diretamente ligada à história de Rio Preto", afirma o presidente do instituto. A primeira capela de Rio Preto foi construída em 1855, a mando dos irmãos Antônio Carvalho e Silva e Luiz Antônio da Silveira, doadores do patrimônio que deu origem à cidade. A velha construção perdurou até 1912, quando começou a ser demolida. 

Naquela ocasião a Igreja Católica permutou o terreno e os alicerces da capela por um terreno em frente. Já com status de Catedral, uma nova construção só seria concluída em 1932 e ficaria de pé por 40 anos, até que em 1973 começaria a surgir a Sé Catedral que conhecemos hoje. A expectativa de Lindquist é de que o marco zero possa ser oficializado e instalado ainda este ano. Ao seu lado, detalha o médico, será colocado um painel contendo um resumo da história do município. "Isso é apenas parte do que almejamos, pois nosso objetivo é viabilizar a construção da sede própria. Em local adequado, poderemos armazenar documentos e registros de Rio Preto, exibir filmes históricos, enfim, ser uma fonte de informações para toda comunidade. A participação da iniciativa privada na realização desse projeto é imprescindível", diz.

Sem referência
O único monumento que faz referência ao que seria o ponto de partida de Rio Preto fica em frente ao Fórum, na praça Rio Branco. A base do pedestal que o sustenta está pichada. Quem usou o spray talvez até tenha ignorado a informação de que o município de Rio Preto tem uma altitude de 468 metros em relação ao nível do mar. A depredação acontece no mesmo local onde estão afixadas as placas que são o equivalente à certidão de nascimento da cidade. Entre elas está a lei de número 4, de 21 de março de 1879, segundo a qual "fica elevada à categoria de freguesia a capela de São José do Rio Preto, município de Jaboticabal". Constam ainda a inscrição do "Palácio do Governo de São Paulo, aos 21 de março de 1879". A placa leva a assinatura de Laurindo Abelardo Brito, então presidente da província de São Paulo. Outra placa exposta no mesmo pedestal que é a que traz a gravação da lei de número 294, de 19 de julho de 1894, que cria o município. Assinam o documento Bernardino de Campos e Cesário Mota Júnior. 

Trabalho é digno de ‘Sherlock Holmes’
Instigado por um sobrinho a cerca de suas origens, o médico Luís Antônio Gonçalves Lindquist, 46 anos, realizou um trabalho digno de Sherlock Holmes. Há pouco mais de três anos, rumou para Portugal disposto a localizar parentes do lado materno de sua família. A aventura, além do encontro com familiares, fez com que descobrisse sua paixão pela pesquisas históricas. Daí para tornar-se integrante do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Rio Preto, foi um passo. Talvez um pouco em função da determinação herdada durante os 15 anos que serviu como capitão-médico do Exército, em Rio Preto, Lindquist tenha por hábito não desistir nunca. "Gosto de conhecer a fundo minhas raízes, minhas origens. E acho que todos deveriam fazer o mesmo. Quando a pessoa conhece sua história, acaba sabendo de coisas importantes para sua vida. Descobre, por exemplo, pessoas que lutaram muito e que podem servir de exemplo para elas", diz o médico.

Lindquist assumiu a presidência do instituto há uma semana, em lugar do colega de profissão Néon de Mello e Oliveira. Para ele, o maior desafio é tornar o órgão - de utilidade pública e sem fins lucrativos -, um local acessível para toda população. "Não faz sentido acumularmos uma série de documentos, guardarmos uma boa parte da história de Rio Preto, se não for para compartilharmos com toda a comunidade", afirma.

O Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico foi fundado em 2002, por iniciativa do coronel da Polícia Militar, João Verlangieri, ex-comandante local e depois transferido para Sorocaba. Ele foi presidente provisório da instituição até a eleição da diretoria definitiva, encabeçada pelo médico Néon de Mello e Oliveira, que tinha como vices-presidentes Nelson de Carvalho Seixas e Helio Pellegrini.


A principal função do instituto é justamente auxiliar na preservação da memória da cidade. A proposta, como lembra Néon Oliveira, "é colaborar com os órgãos já existentes, atuar como catalizadores de idéias". O ex-presidente até fez uma relação de todas as escolas do município para descobrir os professores de história e geografia, a fim de mobilizá-los. "E vamos pressionar para termos curso superiorem Rio Preto", afirma. As reuniões do Instituto acontecem no primeiro sábado do mês, no "Salão Nobre Páscua Valle", na sede da Associação Comercial e Industrial de Rio Preto (Acirp).

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O marco, a fé, o embrião
São José do Rio Preto, 19 de março de 2006 
    


Marival Correa
Fonte: diarioweb.com.br
Em 1852, 120 moradores do bairro Rio Preto reuniram-se junto a uma humilde capela e ali fincaram uma grande cruz de aroeira, "a fim de darem como definitivamente fundado o arraial". Hoje, 154 anos depois da saga empreendida por João Bernardino de Seixas Ribeiro, o arraial é a Rio Preto que conhecemos, dos prédios, do concreto, de 400 mil habitantes. E para que a história não se perca o IHGG (Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Rio Preto) decidiu instalar na praça Dom José Marcondes, mais precisamente no eixo do cruzeiro da Sé Catedral de São José - ponto embrionário da Rio Preto de hoje -, o marco zero do município. O ato de erigir um monumento, contendo as coordenadas geográficas e os registros do nascimento de Rio Preto, carrega um significado todo especial. Remete à construção daquela pequena capela em 1852, ocasião em que foi fincado um cruzeiro de madeira para marcar o propósito dos moradores de fazendas, sítios e chácaras dos arredores de dar início a um povoado.
Imagem: arquivo diarioweb
Ao redor do Largo da Matriz, a cidade cresceu


Em 1854, padre José Maria de Oliveira, vigário de Araraquara, consagra a capela, rezando provavelmente missa solene. onde está edificada, hoje, a Sé Catedral. Três anos mais tarde, em 18 de junho de 1857, recebeu provisão, sendo instituída oficialmente como Capela. Ali eram celebradas missas, uma vez por mês, pelo sacerdote vindo a cavalo da Capela Militar do Salto do Avanhandava. Eram realizados casamentos e batizados. Os fiéis confessavam os pecados e encomendavam a alma dos falecidos. Mesmo sem a presença do sacerdote, os caboclos se reuniam para rezas, ladainhas, cânticos, novenas e trezenas, conforme o uso conservado pelos habitantes da região. A Capela tinha também função social. Ao seu redor realizavam-se festejos, quermesses, leilões de prendas para atender às necessidades de sua própria manutenção, que exigia constantes reparos.

Mas a edificação originária sofreu incêndio, foi reformada e ampliada. Em 1912, acapela foi demolida para dar lugar a uma igreja matriz ampla, em formato de cruz, com torre pontiaguda. Sua construção foi feita ao longo de quase 20 anos. Em 1929, foi criado o Bispado de Rio Preto e Dom Lafayette Libânio, o primeiro bispo, só tomou posse em 1931. A partir de então, a Diocese passou a almejar a construção de uma Catedral. "Um projeto foi aprovado em 1950. O povo esperava que um dia fosse concretizada a idéia", disse Nilce Lodi. Mas somente em 1973 o desafio foi levado a termo. O bispo Dom José de Aquino Pereira foi quem determinou sua construção. Um novo projeto foi apresentado e executado. No dia 19 de março de 1973, com a presença do arcebispo de São Paulo, Dom Paulo Evaristo Arns, do bispo Dom José, 10 bispos, 50 sacerdotes, autoridades civis e militares e fiéis da diocese, foi lançada solenemente a pedra fundamental da nova Catedral.

"A velha matriz foi demolida aos poucos, só depois de concluídas as alas da rua Voluntários de São Paulo (Ossuário) e da rua Bernardino de Campos, o prédio antigo foi demolido para a conclusão da nave principal, no primeiro pavimento", detalha Nilce. A contragosto de parte da opinião pública que não se conformava em ver a velha Catedral demolida, o novo templo chama atenção pelas linhas modernas. Ele ocupa toda a praça central da cidade. O piso do altar- mor é de granito. Peças novas, modernas, como o Cristo crucificado, esculpido em madeira, harmonizam-se com a imagem primitiva de São José de Botas encontrada na região, quando o arraial teve início. Na Catedral ainda pode-se apreciar os painéis pintados pelo artista rio-pretense Antônio Hudson Buck, representando a Lenda do Pássaro Azul, o padroeiro e a origem do patrimônio . Na cripta, estão os trabalhos em alto-relevo de Miguelavo do Ceará: "o Pescador" e o "Bom Pastor", bem como a escultura do artista plástico Manoel Martho. É esta a nova Catedral de São José, marco zero da cidade de São José do Rio Preto. 


O padroeiro
A história de Rio Preto está ligada de maneira muito profunda à devoção religiosa, em especial dedicada a São José. "Segundo contam, ela teria sido encontrada em uma choupana por João Bernardino de Seixas Ribeiro, quando aqui chegou em 1852. Outros porém, afirmam que a imagem pertencia à família de Vicente Ferreira Netto, fazendeiro radicado nas proximidades (hoje, Cedral) e foi doada para a Capela", relata a professora Nilce Lodi. "O que sabemos ao certo é que a imagem talhada em madeira e pintada foi colocada no altar da Capela quando ficou pronta. De lá para cá sobreviveu a várias catástrofes como incêndios, tempestades, transferências e devoluções", diz a professora. Contam também que um raio caiu sobre ela espatifando-a, mas o festeiro Prudêncio José Cardoso, residente na Fazenda Campos, conseguiu restaurá-la ainda em tempo de sair na procissão de 19 de março de 1896. 


A imagem de São José de Botas é feita de madeira e tem pouco mais de 50 centímetros de altura. O santo carrega o Menino Jesus na mão esquerda e empunha na outra um cajado encimado por lírios. A procedência exata do São José de Botas, segundo Lodi, é desconhecida. "Podemos supor que tenha sido trazida de Minas Gerais pois de lá vieram os pioneiros da região. O detalhe das botas é muito comum em figuras do século passado feitas por artesãos, santeiros e artistas mineiros. As botas do bandeirante que conquista os sertões se incorporam às vestes dos santos cristãos através da visão de mundo que o artista tem", observa. O povo conserva devoção ao santo padroeiro até hoje, assim como em 1852, e confia em sua proteção. O mês de março é comemorado com novenas e o dia 19, é marcado por missa festiva na Catedral e procissão solene presidida pelo bispo acompanhada pelo clero, autoridades e fiéis.

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SÃO JOSÉ DO RIO PRETO E SEU MARCO ZERO

TERÇA-FEIRA, 20 DE JULHO DE 2010.


O marco zero das cidades é o lugar onde elas começaram. No caso de São José do Rio Preto este marco encontra-se na praça Dom José Marcondes, em frente a Catedral da Sé, na rua Tiradentes Ali teria sido o lugar onde João Bernardino de Seixas Ribeiro, considerado o fundador da cidade, juntamente com um grupo de moradores locais teria fincado uma cruz de aroeira que definitivamente comprovava a fundação do arraial.
Nas proximidades também construiram a primeira capela, tendência religiosa muito comum no Brasil.

Imagem: Alexandre de Freitas
Marco Zero de São José do Rio Preto, Praça Dom José Marcondes.

A discussão sobre a origem de São José do Rio Preto envolve a doação de dois patrimônios. O de Nossa Senhora do Carmo, entre o córrego Borá (hoje av. Bady Bassitt) e o córrego Piedade, englobando os atuais bairros da Boa Vista e Parque Industrial. E o patrimônio São José, que corresponde a área central da cidade, entre as avenidas Alberto Andaló e Bady Bassitt.

Imagem: Alexandre de Freitas
O marco zero por outro ângulo. Trabalho desenvolvido pelo IHGG.

Não foi João Bernardino o doador dessas terras, mas teria sido o primeiro a construir uma casa na área central do patrimônio São José, atual centro da cidade na esquina das ruas Voluntários de São Paulo e Tiradentes, a poucos metros do marco zero. Para Agostinho Brandi: "Deve-se realçar que a expressão física de um núcleo urbano é o seu casario, cujo impulso inicial poderia até ser independente de uma doação formal." (p. 41).

Clique aqui e visualizar o local abaixo (marco zero) pelo google maps.

Referência:

BRANDI, Agostinho. São José do Rio Preto 1852-1894, roteiro histórico do distrito: contribuições para o conhecimento de suas raízes. São José do Rio Preto: Casa do Livro, 2002
Fotos: Alexandre de Freitas
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O marco zero - Imagens Atuais (2011):
Por Max Pimenta.


Clique nas imagens para ampliar






O antigo marco (praça do Fórum):
Por Max Pimenta.











23/04/11 - JORNAL "O MUNICÍPIO DE TANABI"


Divulgada posse da nova Diretoria:









26/03/11 - JORNAL "DIÁRIO DA REGIÃO"